sexta-feira, 17 de abril de 2020

EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA

10 INVENÇÕES PORTUGUESAS QUE MUDARAM O MUNDO
 Fonte: Revista Sábado
Clica na imagem para acederes à sequência fotográfica.
Costuma dizer-se que Portugal é um povo de poetas. Depois de observares as sequências fotográficas e leres as legendas que as acompanham, vais perceber que também é um povo de inventores. 

"A necessidade aguça o engenho" é um provérbio bem conhecido. Perante o desconhecido, surgem sempre ideias geniais que colocam o nome de Portugal nas bocas do Mundo. Já Camões em “Os Lusíadas” quis cantar esta capacidade do povo português.

sexta-feira, 3 de abril de 2020

HORA DA CIÊNCIA - 3

Microrganismos. Sabes o que são?
Microrganismos ou micróbios são organismos que só podem ser vistos ao microscópio. Incluem os vírus, as bactérias, os protozoários, as algas unicelulares, fungos e os ácaros. Para sobreviverem, precisam de matéria orgânica para se alimentarem e de condições propícias com temperaturas elevadas, humidade e escuridão.
Já imaginaste se pudéssemos ver o "micromundo" a olho nu?
Devia ser tanto fantástico quanto assustador. Veríamos o que carregamos sobre a pele do nosso corpo e sobretudo das nossas mãos e não só. Para teres uma ideias, em cada umas das nossas mãos veríamos mais de 7 biliões de microrganismos, mais do que o número de habitantes do planeta Terra!
Muitos microorganismos são agentes patogénicos, isto é, agridem o nosso organismo e causam-nos doenças, mas outros são muito benéficos para outras espécies, para o meio ambiente como as bactérias que decompõem a matéria orgânica. Encontram-se em todos os habitats, desde os ambientes mais agressivos ao fundo dos oceanos, ao solo terrestre e na própria atmosfera.
Alguns microrganismos têm grande utilidade para o ser humano: os vírus e as bactérias são transformados em vacinas; alguns fungos, como a penicilina, ajudam a fabricar os medicamentos; algumas bactérias como as que habitam nos nossos intestinos são ajudantes preciosas na nossa digestão; outras entram na composição de determinados alimentos, principalmente os alimentos lácteos, cujos nomes podes encontrar nos rótulos de alguns iogurtes.
Vê o vídeo para compreenderes melhor o que estamos a dizer:

A disciplina que estuda os microrganismos é a Microbiologia.

quinta-feira, 26 de março de 2020

HISTORIANDO - 3

A Real Fábrica do Gelo
Antes da invenção do frigorífico, que aconteceu no final do século XIX, a Corte consumia gelo produzido nas fábricas da Serra da Lousã e da Serra de Montejunto, propriedade do neveiro-mor, Julião Pereira de Castro. O gelo era produzido a partir da neve na Serra da Lousã e com a água que gelava dadas as temperaturas baixas que se faziam sentir a partir do final de setembro ou início de outubro. A água provinha de 2 poços, era extraída por uma nora e despejada num tanque com uma capacidade para 151 mil litros. Esta era, depois, distribuída pelos 44 tanques que a fábrica possuía.
O guarda esperava que a água gelasse durante a noite e cabia-lhe acordar os trabalhadores, com uma corneta, para irem à fábrica tirara o gelo, que transportavam às costas para uma casa com 3 silos (o maior com 10 metros de profundidade e 7 de largura), onde se fazia o armazenamento, a conservação e a expedição do gelo.

Dois a três homens iniciavam então o trabalho de conservação do gelo. Andavam com maços e compactavam-no até formar um bloco. O gelo ficava alguns meses no silo e a sua conservação era garantida porque os silos ficavam uma zona muito fria, sombria e virada a norte. À volta da casa foi construído um bloco de pedras para evitar a humidade e nos silos foram colocadas pedras no chão e drenos para diminuir o risco de descongelamento. No topo do silo maior foi construída uma pequena janela, para permitir a saída do ar quente expelido pela respiração dos trabalhadores.

Próximo da casa dos silos, existia um forno de cal, utilizada como desinfectante dos tanques e dos silos, para garantir a purificação da água do gelo.
No início do verão, dava-se início ao transporte do gelo até Lisboa, feito em 3 fases, um processo engenhoso e uma viagem que tinha de ser célere; demorava 12 horas e acontecia durante a noite para aproveitar as temperaturas mais baixas.

Os homens partiam e cortavam o gelo, embalavam-no em palha e serapilheira e guardavam-no num silo enquanto esperavam pelo transporte. Do alto da serra até ao sopé era transportado por burros e dali até à Vala do Carregado, na margem do Tejo, seguia em carroças ou carros de bois. Ali chegado, era carregado para barcas que o transportavam até ao Terreiro do Paço.
Dali era levado para a Casa da Neve, propriedade do neveiro-mor, que, mais tarde, passou a ser o café Martinho da Arcada. Outro café que também tinha a mesma função era o “Café do Gelo” que ainda hoje existe no Rossio.

A Real Fábrica do Gelo funcionou cerca de um século, tendo desaparecido com o aparecimento do frigorífico em 1850.
Graças a um grupo de alunos, a Real Fábrica do Gelo foi recuperada e foi classificada como Monumento Nacional em 1997.
Diariamente, ao longo de todo o ano, são realizadas 4 visitas guiadas (10h00, 11h00, 14h00 e 15h30). 
Podes visitá-la! A ver, aprendes melhor!

Fonte: Viagens Sapo

HORA DA CIÊNCIA - 2

Olá a todos!
Confinados em casa, a vontade de sair e visitar espaços aumenta. Para hoje, propomos-vos uma visita guiada ao Jardim Zoológico, acompanhados pelo biólogo Diogo Gomes. 


quarta-feira, 25 de março de 2020

HISTORIANDO - 2

A caravela portuguesa

Já alguma vez viste uma caravela? Já pensaste na coragem dos navegadores que, determinados em descobrir novos mundos, embarcaram em caravelas como esta? Anda connosco! Sobe a bordo! Embarca nesta visita virtual!

HISTORIANDO - 1

Visita virtual Villa Romana Rabaçal
 Já alguma vez visitaram uma vila romana?

Um filme que nos transporta até meados do século IV d.C., através da reconstituição do Palácio, do Balneário e da Casa Agrícola da Villa romana do Rabaçal, situada a cerca de 12 Km a sul da cidade de Conímbriga. Este plano de Visita Virtual exemplifica bem o modo de vida de um abastado cidadão e sua família, acompanhados dos servos domésticos e agrícolas, e é motivo de reflexão sobre a sociedade da Lusitânia no final do Império Romano, na transição entre o paganismo e o cristianismo. A realização é de Pedro Madeira e de Vera Moitinho.
Venham daí! Há sempre aprendizagens que construímos sem estarmos agarrados aos manuais escolares e presos ao ecrã numa videoconferência. 

terça-feira, 24 de março de 2020

HORA DA CIÊNCIA - 1

De onde vêm os vírus?
Segundo, Stated Clearly, de quando em vez, a comunicação social anuncia o aparecimento de uma nova doença humana causada por um vírus, até então, desconhecido.
No final da década de 70, apareceram os primeiros casos de humanos infetados com o vírus Ébola, que teve origem em primatas que foram, provavelmente, contagiados por morcegos. Uma década depois, outro vírus originário de chimpanzés contagiou pessoas, o Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH). Posteriormente, um vírus da família do coronavírus, proveniente de um pequeno mamífero carnívoro, originou a epidemia da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS), que se registou no início dos anos 2000. Agora, o Covid-19! Constantemente, somos surpreendidos pelo aparecimento de “novos” vírus. Mas, de onde e por que razões surgem estes “novos” vírus que ameaçam a humanidade?
Os especialistas acreditam que devem existir cerca de 1.700.000 vírus selvagens, hospedados em diferentes espécies animais e que ainda não foram identificados.

Com este vídeo, podemos compreender como as rápidas mutações que ocorrem na estrutura simples dos vírus – de ADN ou ARN – e a sua dependência da “maquinaria” celular de outras espécies, lhes confere vantagem para a sua estratégia de sobrevivência e lhes permite infetar também os seres humanos. O aparecimento de novos vírus é, de facto, um processo natural que ocorre por seleção natural.